iPhone 18 pro superaquece acima de 30°C: review revela que câmaras de vapor não resolveram o problema
Fotógrafo testa iPhone 18 Pro no deserto e mostra que o superaquecimento acima de 30°C continua. Câmaras de vapor não resolvem o problema; Final Cut Camera trava.

O iPhone 18 Pro ainda esquenta quando você filma por horas sob calor intenso. A constatação é do fotógrafo Tyler Stalman, que levou o aparelho ao deserto da Califórnia e descobriu que o superaquecimento persiste, mesmo com as novas câmaras de vapor que a Apple adicionou ao modelo.
Resumo
- iPhone 18 Pro superaquece ao filmar por horas sob calor acima de 30°C, mesmo com câmaras de vapor.
- Aplicativo nativo de câmera foi o mais estável; Final Cut Camera falhou completamente.
- Nova lente principal f/1.48 é destaque, mas abertura variável raramente importa no uso diário.
- Stalman conclui que o aparelho é uma evolução, não uma revolução, e alerta para clima quente.
Stalman já havia publicado uma review inicial em setembro, mas agora, com mais semanas de uso e filmagens no Wasteland Weekend – um evento temático Mad Max no Mojave Desert –, ele traz um retrato mais realista do que o iPhone 18 Pro aguenta, e do que não aguenta. O vídeo completo está no canal dele no YouTube.

O calvário do calor no deserto
As câmaras de vapor ajudam em ambiente controlado, mas ao ar livre, com temperaturas acima de 30°C, o telefone ainda superaqueceu. “Eu esperava que tivéssemos resolvido completamente os problemas de superaquecimento, e ainda estava encontrando eles”, disse Stalman. Com o calor, os apps de câmera começaram a fechar.
Final Cut Camera foi o menos confiável de todos: ele simplesmente não conseguiu gravar com ele. Blackmagic Camera se saiu um pouco melhor, e o aplicativo nativo da Apple foi o mais estável, virando o plano B de Stalman. A bateria também sofreu: filmar o dia todo “acaba com ela em meio dia”, e carregar só piora o calor. “Era um ciclo vicioso lá no deserto”, resumiu.
Controles que fazem diferença, com ressalvas
Os novos controles profissionais no app Câmera ganham elogios. O balanço de branco manual teve o maior impacto, já que antes um auto WB ruim significava trocar de app. A velocidade do obturador manual funciona, mas perde o output de 24 MP usual. A abertura manual facilita efeitos estarburst. Ainda não há controle ISO para fotos.
Stalman chamou a nova lente principal f/1.48 de “a verdadeira estrela do show”, já que é cerca de meio ponto mais clara que a antiga f/1.8. A abertura variável em si raramente importou no dia a dia, e ele sugere deixar no automático. Uma dica prática: usar ProRAW no formato lossy comprimido reduz arquivos a um quarto do tamanho sem perda visível de qualidade. Em um comparativo recente, mostramos como o app nativo da Apple rivaliza com câmera profissional – vale a leitura.
Dicas para fotos com cara de filme
Para um visual cinematográfico com Estilos Fotográficos, Stalman sugere o estilo Gold com tom em -50 e cor em +10 ou +20. Ele ainda lamenta que o Final Cut Camera não suporte LUTs de preview personalizados e salvar direto no Fotos, duas lacunas que persistem após a reformulação 2.4 do aplicativo.
Veredito: evolução, não revolução
O iPhone 18 Pro começa em US$ 1.749 (cerca de R$ 8.769) no Canadá. Não é barato, mas Stalman conclui que o aparelho é uma evolução, não uma revolução. Pelo menos o telefone lidou melhor com o fim do mundo do que o Final Cut Camera.
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O relato de Stalman serve de alerta para quem vive em clima quente, como o brasileiro: o iPhone 18 Pro pode não ser imune ao calor extremo. Planejar pausas e ter um app de câmera reserva são precauções que fazem diferença.
Valores em reais convertidos pela cotação de fechamento do Banco Central de 20/10/2026 (US$ 1 = R$ 5,01). Conversão direta, sem impostos nem taxas de importação.
Fonte: iPhone in Canada
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