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Google agora permite remover marca d’água de IA do Gemini

Google agora permite remover a marca d'água visível de imagens e vídeos gerados por IA no Gemini e no Flow. Saiba como funciona e o que muda para o Brasil.

Rockweew
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Atualizado:
Google Gemini

O Google resolveu dar mais controle sobre a cara que a inteligência artificial dele vai mostrar ao mundo. A partir de agora, quem usa o Gemini e o Flow, o gerador de vídeo da empresa, pode desligar a marca d’água visível que aparece no canto inferior direito das criações. O brilho com efeito “sparkle” — aquela bolinha que denuncia que a imagem saiu de uma IA — pode sumir com um toque na configuração.

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A novidade foi confirmada pelo Google em atualização recente e já está disponível. Na prática, isso significa que o usuário pode optar por imagens, vídeos e até músicas geradas por IA sem o selo visual que identifica a origem artificial. A empresa, no entanto, mantém a marca d’água invisível embutida nos metadados — o chamado SynthID — para rastreamento interno e segurança.

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Como funciona a remoção da marca d’água

A opção aparece como “Media watermark” nas configurações do Gemini e do Flow. Quando ativada, o Google insere o ícone “sparkle” no material gerado. Quando desligada, o ícone some. A mudança é simples e direta: um toggle que o usuário controla.

O movimento do Google é um passo ousado em um momento em que a autenticidade de conteúdo gerado por IA virou pauta quente no mundo todo. Enquanto empresas como OpenAI e Meta ainda debatem até onde ir com a identificação visual, o Google resolveu deixar a decisão na mão de quem usa. Mas não sem um pé atrás: a marca d’água invisível continua lá, nos metadados, como uma assinatura digital que não se apaga.

O que muda para o usuário brasileiro

No Brasil, a funcionalidade já está disponível para quem tem acesso ao Gemini, seja pelo navegador ou pelo aplicativo. O Flow, gerador de vídeo do Google, ainda não tem data de chegada em português, mas já está disponível em inglês e para testes.

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Para o consumidor brasileiro, a novidade cai num momento em que a IA generativa começa a pipocar em campanhas de marketing, criação de conteúdo e até em pequenos negócios. Poder remover a marca d’água sem perder a qualidade da imagem é um diferencial que pode pesar na escolha entre as ferramentas disponíveis no mercado.

O que ainda está em aberto

A grande questão que fica é: até que ponto a remoção da marca d’água visível vai facilitar a disseminação de desinformação? Sem o selo visual, uma imagem gerada por IA pode passar por real com mais facilidade. O Google confia nos metadados invisíveis para rastrear a origem, mas o usuário comum dificilmente vai abrir os dados técnicos de uma imagem antes de compartilhar.

Outro ponto é a ausência de uma política clara sobre o uso de conteúdo sem marca d’água em plataformas de terceiros. O Google não detalhou se vai monitorar ou restringir o compartilhamento dessas imagens em redes sociais ou sites. A expectativa é que a empresa publique diretrizes mais claras nas próximas semanas.

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A decisão do Google coloca a empresa na dianteira de um debate que está longe de terminar. Enquanto a indústria busca um equilíbrio entre transparência e liberdade criativa, o usuário ganhou o poder de escolher. Resta saber como essa escolha vai ser usada — e fiscalizada.

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Vivi a era Habbo, Orkut e afins... claramente a melhor fase pop da internet. Aqui tento noticiar o diverso mundo mobile, mas não se surpreenda se eu publicar algo sobre música, entretenimento e tecnologia em geral.