O Galaxy Z Fold 8 já virou o queridinho de quem testa celular por aí. O autor do texto original, do site SamMobile, não economiza elogios: virou o dispositivo favorito dele. Mas, mesmo sendo um baita celular, o Fold 8 carrega alguns detalhes que lembram um produto de primeira geração, coisas que, francamente, a gente espera que a Samsung resolva no Fold 9, previsto para 2027.
Não são defeitos que quebram o aparelho, longe disso. Mas, para um celular que custa um rim, cada um desses pontos incomoda um pouco mais. Vamos a eles.
Notícias e promoções imperdíveisENTRARCaixa de som que não faz jus ao tablet
O Galaxy Z Fold 8 tem dois alto-falantes. O problema é que, quando você usa o celular aberto como tablet, na horizontal, os dois ficam do lado esquerdo. Adeus, efeito estéreo de verdade. Além disso, o som é descrito como metálico e sem corpo. A Samsung priorizou a espessura fina demais para encaixar câmaras acústicas decentes — um sacrifício que começou na linha Fold 7 e continua aqui.
Carcaça de plástico nas câmeras: barateamento injustificável
Por conta do preço, o mínimo que se espera é que todos os materiais transmitam sofisticação. Pois a Samsung resolveu fazer o módulo das câmeras traseiras de plástico. O resultado, segundo quem já pegou no aparelho, é uma peça que parece encaixada de qualquer jeito, destoando do resto do conjunto de metal e vidro. Um detalhe que grita “primeira geração” e que precisa sumir no Fold 9.
Botão lateral que parece escondido
O botão lateral do Fold 8 é quase rente à lateral do aparelho, difícil de achar pelo tato. E, quando você aperta, a sensação é de um clique “murcho”, mais molenga que o dos botões de volume ao lado. Como o sensor de digitais fica embutido nesse botão (e não na tela), o incômodo vira diário. Quem vem de um celular com sensor na tela sente o baque.
Câmeras na vertical: a mão atrapalha
A Samsung manteve o layout vertical das câmeras, igual nos celulares comuns. Só que o Fold 8 é mais baixo que um celular normal. Resultado: é muito fácil a mão ou os dedos taparem as lentes sem querer. Quem usa o aparelho há dias confirma: teria sido muito melhor se as câmeras viessem na horizontal.
O que esperar do Galaxy Z Fold 9?
Todos esses pontos são pequenos, mas juntos mostram que a Samsung ainda está calibrando o formato. A boa notícia é que são coisas perfeitamente corrigíveis: um módulo de câmera de metal, um botão lateral mais saliente e com clique firme, e um arranjo de câmeras que não atrapalhe o uso. Para o som, aí o desafio é maior: a espessura ultrafina limita a engenharia acústica. Mas, se a Samsung quiser manter o posto de referência em dobráveis, terá que encontrar um jeito.
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No fim das contas, o Fold 8 é um excelente celular. Mas, como todo bom produto que acaba de estrear uma nova linhagem, ele deixa claro onde a Samsung pode, e deve, caprichar na próxima rodada.
Fonte: SamMobile


