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Samsung testa Galaxy Watch 9 com chip 30% mais eficiente: foco é bateria

TecStudio3 min de leituraVersão completa
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O próximo relógio inteligente topo de linha da Samsung está entrando na reta final de desenvolvimento. Vazamentos de servidores internos da empresa, obtidos pelo site Android Headlines e pelo especialista Mohammed Khatri, revelam que o Galaxy Watch 9 já tem seu firmware em fase de testes, indicando que o hardware está pronto e a equipe agora ajusta o software.

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Se a Samsung mantiver seu cronograma habitual, o lançamento está previsto para julho de 2026, junto com a nova geração dos celulares dobráveis Galaxy Z Fold e Z Flip. Diferente de uma simples atualização de rotina, os indícios apontam para um salto em eficiência energética, prometendo resolver uma das maiores queixas dos usuários de smartwatches.

O segredo está no processador, não na bateria

Um dos principais vazamentos envolve a bateria do aparelho. Segundo os relatórios, a variante de 44mm do Galaxy Watch 9 deve manter a capacidade de 435mAh, a mesma do modelo anterior. Em teoria, isso poderia ser uma decepção para quem esperava uma célula fisicamente maior.

No entanto, a grande mudança está no consumo de energia. A Qualcomm confirmou oficialmente durante o MWC 2026 que o Galaxy Watch 9 será equipado com o novo chipset Snapdragon Wear Elite. Fabricado em um avançado processo de 3 nanômetros, o processador promete ser 30% mais eficiente em termos de consumo de energia, de acordo com a própria fabricante.

Na prática, esse ganho de eficiência pode ser a chave para que o Galaxy Watch 9 supere, finalmente, a barreira da “carga de um dia” que tem frustrado usuários por anos. A promessa é de uma autonomia significativamente maior sem aumentar o tamanho físico da bateria.

Inteligência artificial local e conectividade de ponta

Além da eficiência, a mudança para o Snapdragon Wear Elite introduz uma Unidade de Processamento Neural (NPU) dedicada. Isso significa que o Galaxy Watch 9 pode ganhar a capacidade de executar pequenos modelos de inteligência artificial localmente, sem depender constantemente da nuvem, o que pode agilizar respostas e melhorar a privacidade.

O dispositivo também parece estar se preparando para o futuro em termos de conectividade. As especificações vazadas sugerem suporte a Bluetooth 6.0 e à tecnologia Ultra-Wideband (UWB). Esta última permitiria, por exemplo, usar o smartwatch como uma chave digital confiável para a casa ou para o carro, aproximando-se do dispositivo para destravá-lo.

Próximos passos e expectativas

Com os testes já em estágios finais nos Estados Unidos, a expectativa é que mais detalhes oficiais surjam nos próximos meses, na corrida para o lançamento previsto em meados do ano que vem. O preço e a disponibilidade para o mercado brasileiro ainda não foram divulgados pela Samsung.

Por enquanto, com base nas informações vazadas, o Galaxy Watch 9 se mostra como uma atualização focada em usabilidade prática, priorizando a duração da bateria e a eficiência sobre mudanças radicais de design ou especificações brutas. Se as promessas de eficiência se concretizarem, ele pode se tornar um upgrade convincente para a série.

Fonte: Android Headlines

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