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Call of Duty pode chegar ao Nintendo Switch 2 em 2026 – entenda o rumor

Felipe Victor5 min de leituraVersão completa
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Se você achava que nunca veria o Call of Duty rodando no seu Switch 2, calma que tem notícia quentinha: segundo o Android Headlines, um rumor forte aponta 2026 como ano de estreia da franquia no console. E, se for verdade, vai ser uma virada e tanto para quem curte o universo CoD e também adora a portabilidade do dispositivo da Nintendo.

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Por trás dessa especulação está um compromisso firmado por Microsoft e Activision durante a aprovação da aquisição, prometendo levar Call of Duty a todas as plataformas populares — inclusive a do Nintendo Switch. Agora, com a potência extra do Switch 2 em comparação ao modelo original, a ideia finalmente ganha corpo.

Switch 2 vs. CoD: por que agora faz sentido?

Para quem não lembra, nenhum jogo da série Call of Duty desembarcou no primeiro Switch — simplesmente porque o hardware não dava conta. A CPU baseada em ARM e a GPU com arquitetura Maxwell eram limitadas para títulos tão exigentes em recursos de CPU e GPU, principalmente em multiplayer competitivo.

O Switch 2, no entanto, mudou o jogo:

Na prática, isso significa que, se o Switch 2 já faz port de Cyberpunk 2077 funcionar com boa taxa de quadros, teoricamente consegue entregar a experiência multiplayer de CoD sem travamentos bruscos ou quedas de FPS críticas.

O rumor de 2026: prazo e especulações

O nome por trás do boato é Jez Corden, do Windows Central, que comentou no X (antigo Twitter) que Call of Duty está “a caminho e alcançando marcos importantes, 2026” — mas sem dar prazo exato. Outros detalhes apontam que o lançamento pode ocorrer entre janeiro e abril, aproveitando a janela de marketing de pré-temporada do jogo daquele ano.

Vale lembrar que Nintendo, Microsoft e Activision não confirmaram oficialmente data ou título específico. O acordo, no entanto, obriga a chegada de algum jogo da franquia ao Switch, e faz sentido apostar já no título principal de 2026, que provavelmente será anunciado no final de 2025.

O que muda para os jogadores brasileiros?

No Brasil, a chegada de Call of Duty ao Switch 2 pode causar duas reações:

Para encarar as partidas online, prepare sua internet: o multiplayer competitivo de CoD não perdoa ping alto. E tenha um cartão microSD bacana — as atualizações anuais de 100 GB podem engolir fácil o armazenamento interno.

Ah, e antes que você pergunte: sim, a versão Switch 2 deve manter o cross-play com PS5, Xbox Series e PC, seguindo a filosofia de Xbox Game Pass, onde CoD costuma ser destaque.

O cenário após a aquisição da Activision

Quando a Microsoft anunciou a compra da Activision Blizzard por US$ 68,7 bilhões, houve preocupação com exclusividades. Para acalmar reguladores nos EUA, Reino Unido e Europa, a gigante de Redmond garantiu levar títulos-chave da franquia a todas as plataformas rivais. O Switch 2, portanto, está no radar desde 2023.

Na prática, isso reforça a estratégia da Microsoft de ser “plataforma-agnóstica” — ou seja, fazer caixa com venda de games em qualquer console, não só no Xbox. E manter a base de jogadores de CoD engajada em todos os cantos.

Será que vale a pena esperar?

Se a ideia é jogar multiplayer competitivo, vale considerar fatores como taxa de atualização da tela (o Switch 2 tem 60 Hz) e latência dos Joy-Con. Para quem só quer a experiência solo, pode ser um prato cheio: gráficos decentes, portabilidade e aquele modo Campanha e Zombies para zerar no sofá ou no metrô.

Enquanto não sair o anúncio oficial, dá para ir se preparando:

No fim das contas, se 2026 realmente for o ano de Call of Duty no Nintendo Switch 2, teremos uma combinação inédita: a franquia mais popular de FPS encontrando a portabilidade que só a Nintendo oferece. Resta aguardar o anúncio oficial para marcar no calendário e começar a treinar sem medo de perder matchmaking.

De olho nos próximos grandes eventos de games (Nintendo Direct, Summer Game Fest), a qualquer momento podemos ter o trailer de confirmação. Fique ligado.

Para mais detalhes, visite o site oficial da Nintendo e acompanhe também o TecStudio.

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