O ciclo de vazamentos do iPhone 18 Pro Max já começou com força total, e o primeiro número relevante a vazar é a bateria. Segundo informações de fornecedores divulgadas pelo vazador @fireuniverse8, a Apple prepara duas capacidades diferentes para o mesmo celular, dependendo de uma escolha que o usuário faz na hora da compra.
A versão com suporte exclusivo a eSIM — que é a realidade de quem compra iPhone nos Estados Unidos e em boa parte da Europa — virá com uma bateria de 5.425 mAh. Já a variante com slot físico para chip tradicional, que ainda é a realidade em mercados como o Brasil, terá que se contentar com 5.235 mAh. A diferença é de 190 mAh, ou cerca de 3,6% a menos de capacidade nominal.
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Para efeito de comparação, o iPhone 17 Pro Max atual entrega 5.088 mAh na versão eSIM e 4.823 mAh na versão com chip físico. A Apple, portanto, está reduzindo a distância entre as duas variantes, mas ainda mantém a versão física como a menos favorecida.
O que muda na prática com a bateria maior
O aumento de 6% na capacidade da versão eSIM em relação ao iPhone 17 Pro Max é bem-vindo, mas não revolucionário. Considerando que o iPhone 18 Pro Max deve vir com o chip A20 Pro fabricado em processo de 2 nm da TSMC, o ganho real de autonomia pode ser maior do que os números brutos sugerem. Processadores mais eficientes consomem menos energia para a mesma tarefa, o que significa que a bateria de 5.425 mAh pode render ainda mais do que o incremento numérico indica.
A Apple também deve manter a tela de 6,9 polegadas com painel M16 LTPO+ OLED da Samsung, que é nativamente de 10 bits e troca o material fluorescente azul por um fosforescente, o que promete ganhos adicionais de eficiência energética. A tela ajusta a taxa de atualização de 1 Hz a 120 Hz dinamicamente, o que ajuda a preservar bateria em conteúdo estático.
E o Brasil, como fica?
Historicamente, a Apple vende iPhones com bandeja de chip físico no Brasil, já que o mercado brasileiro ainda depende amplamente de operadoras que oferecem chips tradicionais. Se a empresa mantiver essa política para o iPhone 18 Pro Max, o consumidor brasileiro levará para casa a versão de 5.235 mAh, não a de 5.425 mAh.
Não é a primeira vez que a Apple trata mercados com chip físico como segunda classe em termos de bateria. A diferença existe desde o iPhone 14, quando a empresa começou a eliminar o slot físico nos Estados Unidos. A justificativa técnica é que o espaço ocupado pela bandeja do chip poderia ser usado para uma bateria maior, mas a decisão de não oferecer a mesma capacidade em todas as regiões é puramente comercial.
Para quem quer a bateria maior, a saída é importar um iPhone 18 Pro Max dos Estados Unidos, mas aí o comprador enfrenta a falta de suporte a 5G mmWave em algumas operadoras brasileiras e a ausência de assistência técnica local para o modelo importado. A Apple, como de costume quando o assunto incomoda, prefere o silêncio.
O que mais o iPhone 18 Pro Max deve trazer
Além da bateria, o iPhone 18 Pro Max deve vir com câmera tripla de 48 MP com abertura variável na lente principal, sensor ultra-wide com estabilização óptica aprimorada e lente periscópio com teleobjetiva de maior abertura. O Dynamic Island deve ficar menor, com o iluminador infravermelho realocado para a lateral do aparelho, como apontou um vazamento recente com tomografia computadorizada do iPhone 18 Pro.
O modem C2 da Apple, fabricado pela própria empresa, deve trazer suporte a 5G mmWave e recursos avançados de conectividade via satélite. As cores disponíveis devem ser Cinza Escuro, Cereja Escuro, Azul Claro e Prata, com um novo processo de anodização do alumínio que promete evitar o desbotamento que afetou o iPhone 17 Pro.
O preço, porém, deve subir. No Brasil, a conta final, com impostos e margem da Apple, deve passar facilmente dos R$ 15 mil.
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Fonte: Wccftech



