Xiaomi confirma lançamento global do 18 Pro para novembro

A Xiaomi resolveu quebrar o jejum. Depois de deixar o 17 Pro e o 17 Pro Max presos na China no ano passado, a fabricante confirmou que a nova série 18 Pro vai, sim, ganhar o mundo. O anúncio veio em um post no X, mas sem data, lista de países ou preços, a empresa deixou tudo para “novembro” e ponto final.
Perguntas frequentes
Quando o Xiaomi 18 Pro vai chegar fora da China?
A Xiaomi confirmou que o lançamento global da série 18 Pro será em novembro de 2026. A data exata e a lista de países ainda não foram divulgadas.
Qual o preço do Xiaomi 18 Pro global?
A Xiaomi ainda não divulgou os preços oficiais. Na China, o 18 Pro sai a 5.999 yuans (cerca de R$ 4.888) e o 18 Pro Max a 6.999 yuans (cerca de R$ 5.703). Vazamentos apontam valores entre € 1.400 (cerca de R$ 8.473) e € 1.450 (cerca de R$ 8.776) para o modelo base fora do país.
O Xiaomi 18 Pro global tem bateria menor que o chinês?
Vazamentos indicam que sim: o 18 Pro global pode vir com 6.000 mAh (contra 7.000 mAh na China), e o Pro Max com 7.050 mAh (contra 8.500 mAh). A Xiaomi não confirmou.
A última vez que a Xiaomi levou um flagship topo de linha para fora da China foi com o 16 Pro, ainda em 2025. Agora, com os registros de homologação já aparecendo e a confirmação oficial no ar, o lançamento global parece questão de semanas.
O que o post da Xiaomi diz (e o que ele não diz)
No X, a Xiaomi escreveu que a série 18 Pro vai estrear globalmente em novembro. Só isso. A fabricante não deu o dia, não listou os países, não falou de preço. A postagem serve mais como um sinal verde para quem estava esperando do que como um convite para comprar amanhã.
Na China, os aparelhos foram apresentados em setembro e já estão à venda. O 18 Pro sai por 5.999 yuans (cerca de R$ 4.888), e o 18 Pro Max, por 6.999 yuans (cerca de R$ 5.703). Lá dentro, os dois vêm com baterias de 7.000 mAh e 8.500 mAh, respectivamente. As versões globais devem chegar com baterias menores, segundo vazamentos: algo como 6.000 mAh no 18 Pro e 7.050 mAh no Pro Max.
Os mercados mais esperados são Europa, Américas e Oriente Médio. Os Estados Unidos seguem sem confirmação, e fãs na Índia e no Japão estão entre os que mais pedem o lançamento por lá.
O hardware que vem junto
Os dois modelos carregam o processador Snapdragon 8 Elite Gen 6, da Qualcomm, com o Pro Max levando a versão Extreme, mais rápida. Na fotografia, a Xiaomi repetiu a parceria com a Leica: duas câmeras traseiras de 200 megapixels cada.
Uma novidade é a telinha secundária na parte de trás, que mostra notificações e atalhos rápidos sem precisar abrir o celular. Outra é uma tela de privacidade, parecida com a que a Samsung estreou no Galaxy S26 Ultra: ela reage à sua localização e esconde alertas sensíveis automaticamente, notificações de banco, por exemplo, somem quando você está em lugar público.
Os preços globais ainda são território de rumor. Vazamentos anteriores apontavam € 1.549 para o 18 Pro, enquanto os rumores mais recentes falam em algo entre € 1.400 (cerca de R$ 8.473) e € 1.450 (cerca de R$ 8.776) para o modelo base e cerca de € 1.800 (cerca de R$ 10.894) para o Pro Max. Nada disso é oficial.
O que muda na prática
Para quem pensava em importar um 18 Pro da China, a dica é segurar alguns dias. Um lançamento local costuma trazer garantia, suporte de software e compatibilidade com as operadoras da região, coisas que um aparelho importado nem sempre tem.
A Xiaomi tem até o fim de novembro para abrir o jogo. Dado o histórico de deixar o 17 Pro preso na China, o simples fato de ter confirmado a saída já é um passo adiante. Agora falta saber para quantos países e por quanto.
Valores em reais convertidos pela cotação de fechamento do Banco Central de 30/10/2026 (yuan 1 = R$ 0,81; € 1 = R$ 6,05). Conversão direta, sem impostos nem taxas de importação.
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Fonte: Phandroid
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