Epic Games adia mais uma vez a nova temporada de Fortnite

Fortnite
Imagem: Epic Games - Fornite

Para quem é fã de Fortnite, aguardar a tão esperada terceira temporada virou um jogo de ilusões. Isso por que a Epic Games já adiou a estréia da nova temporada por pelo menos três vezes.

O evento, que daria o primeiro passo para a virada de temporada iria ocorrer neste sábado (6), após ser adiado dias antes de acontecer na data oficial, que seria no sábado passado (30).

Em nota, a Epic afirmou que “passamos por tempos difíceis” e alegou que “a equipe está ansiosa em disponibilizar mais conteúdo do Fortnite, mas precisamos colocar na balança nosso desejo de lançar a Temporada 3 com o de dar ao nosso time uma pausa necessária para pensar mais neles mesmos, em suas famílias e em suas comunidades.”

A empresa ainda demonstrou sua posição na luta contra o racismo afirmando que “acredita na justiça e na igualdade, na diversidade e na inclusão, e esses princípios estão acima da política”.

Fortnite: Temporada 3 – Novas datas

A nova data para o evento O Dispositivo agora será na segunda-feira (15). Já a virada de temporada, acontecerá na quarta-feira (17). Ambas as datas ainda neste mês de junho.

Asteroide com tamanho de campo de futebol vai passar pertinho da terra e preocupa a NASA

NASA

Um Asteroide gigante vai passar muito perto da terra no próximo sábado (6), o que preocupa a Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço (NASA).

A preocupação da NASA tem justificativa. Não se trata de um asteroide comum, até por que ele tem cerca de 440 metros de uma ponta à outra, o que é suficiente para causar um desastre sem precedentes.

Para se ter uma ideia, esse asteroide tem dimensões semelhantes à um campo de futebol.

O artefato deve passar muito próximo da terra. No sábado (6), ele vai atingir uma distância de 5,093,634 Km e em uma velocidade de 11.146 km/s.

Para nós, parece muito distante. No entanto, para os cientistas, é uma distância muito pequena. Qualquer coisa que altere o rumo do asteroide pode colocá-lo em rota iminente para a terra.

Asteroide com tamanho de campo de futebol vai passar pertinho da terra e preocupa a NASA simula    o de rota
Imagem: Reprodução SpaceReference (ORG)

O Near Earth (NEA) e sua classificação

Nomeado de “Near Earth (NEA)”, esse asteroide tem classificação de potencialmente perigoso (PHA). Ainda segundo informações da agência, esse asteroide é maior que 90% dos asteroides que já se aproximaram da terra no passado.

2020 não é a aproximação mais volátil do Near Earth

A aproximação mais arriscada do Near Earth deve acontecer em 2130.

Há dados que indiquem que ele fará 30 aproximações na terra nas próximas décadas. A próxima aproximação mais arriscada acontecerá em 6 de Junho de 2070, em que o asteroide deve passar em cerca de 1.519.197 km de distância da terra.

Em 2130, serão apenas 1.055.790 km de distância do globo terrestre.

Mark Zuckerberg afirma que Facebook não vai interferir em publicações de Trump

Mark Zuckerberg

Pressionado por funcionários, Mark Zuckerberg disse que ‘definitivamente’ não vai interferir em publicações de Donald Trump na rede social.

Nas palavras do CEO da companhia, é uma ‘decisão final’ e oposta de sua opinião, por isso ‘tão difícil’. Zuckerberg se reuniu com os colaboradores do Facebook após uma onda de pressões para interferir em publicações nocivas de Trump em redes sociais ligadas ao Facebook.

Diferente do Facebook, o Twitter começou a sinalizar publicações que incitavam a violência no perfil do presidente norte-americano.

Essas notificações geraram debate e Trump chegou a assinar um decreto permitindo que redes sociais fossem processadas caso interfiram nas publicações dos usuários nos EUA.

O que diz a lei norte-americana sobre interferência em redes sociais privadas

As leis norte-americanas permitem que não se apliquem punições para as redes sociais quando essas interferem em publicações nocivas, como incitação à violência, por exemplo.

No país norte-americano, a liberdade de expressão é quase absoluta, com ressalvas apenas quando há crimes contra a honra do presidente da república e práticas como o racismo, que são punidas com leis penais, algo relativamente igual no Brasil em casos como estes.

No entanto, cidadãos podem incitar violência e praticar discurso de ódio, por exemplo. O Estado norte-americano acredita que essas questões devem ser tratadas com revez, ajudando pessoas que sofreram com tais discursos através de políticas públicas sociais e instrução.

Voltando ao contexto das redes sociais, ao se tratar de questões como o discurso de ódio, essas companhias tem a liberdade de lidar com a expressão de seus usuários quando suas políticas afirmam que conteúdo nocivo podem sofrer sansões.

Isso garante que as redes nunca podem ser processadas quando apagarem conteúdos considerados nocivos. O decreto de Trump cria um escudo para as publicações que ele faz nas redes sociais, até que esse decreto possa ser votado.

Aplicativo ‘VivaVideo’ contém vírus de acesso remoto que pode ter contaminado 100 milhões de usuários, afirma empresa de segurança

Smartphones

O popular aplicativo “VivaVideo”, disponível na loja do Android, pode ter infectado cerca de 100 milhões de aparelhos, segundo uma companhia de segurança.

O estudo da “VPNpro” afirma que o aplicativo tem um Trojan e está monitorando usuários, além de solicitar permissões que não são necessárias para a aplicação.

No Android 10, aplicativos podem ter mais liberdade nas permissões que devem solicitar aos usuários. Desta forma, o aplicativo “VivaVideo” está monitorando usuários de forma remota, podendo acessar dados, informações, memória e até mesmo o que está sendo visualizado em tempo real, durante o uso do aparelho.

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Imagem: Reprodução Google Play – OficinaDaNet

Não ficou claro se isso é proposital o use a empresa mantenedora do aplicativo sofreu com algum ataque que introduziu o vírus em seu código.

De toda forma, é indispensável a instalação do aplicativo até que a companhia tome providências sobre o vírus.

Xbox volta atrás, condena conteúdo racista em perfil “Mil Grau” e solicita a ‘remoção imediata’

Xbox

Noticiamos aqui que um dos Youtubers notórios no mundo dos games fez piadas racistas. Esse Youtuber utiliza a marca “Xbox” em seu nome de perfil no Twitter e em outras redes sociais.

Essa associação com o nome, claro, causou comoção nas redes sociais após as publicações racistas. Centenas de milhares de usuários exigiram um posicionamento da Microsoft em relação ao uso do nome da marca em um perfil com publicações e posicionamentos de cunho racista.

Procurada, a marca apenas havia publicado uma nota de repúdio à discriminação e “que tem como valores fundamentais: respeito, diversidade e inclusão”, ignorando completamente o fato do Youtuber continuar usando o nome de sua marca para promover comentários nocivos.

Nós procuramos a Microsoft do Brasil, mas não encontramos um contato direto. No entanto, utilizamos um e-mail que a marca tem publicamente para contato e mesmo assim não obtivemos resposta.

Procuramos também a Twitch, que foi cobrada sobre o assunto, uma vez que esse Youtuber também promove conteúdos na plataforma. Até o momento desta matéria, não fomos respondidos.

Pegou mal para a Microsoft e ela voltou atrás

Com a nota de repúdio bem indireta da companhia, muitos jogadores da plataforma e até mesmo youtubers notórios cobraram uma reação mais contundente da empresa e afirmaram que “notas de repúdio nada significam”.

Começando a ser taxada como “ativista de telão”, a companhia finalmente publicou uma declaração sobre o caso;

Editamos essa matéria pois ela havia sido publicada antes mesmo da nova posição da marca Xbox em relação ao youtuber com publicações racistas.

Nude de Trump vazada é falsa, diz site

Trump

Os ventos não estão soprando a favor de Donald Trump. Nesta terça-feira (02), uma suposta foto íntima do presidente norte-americano foi vazada na internet, o que se acreditava ser mais uma atividade de hackers.

“Trump” já se tornou o assunto mais falado do dia no Twitter enquanto a foto se espalha pelo mundo.

Reservado, o presidente norte-americano nunca foi nem mesmo de publicar foto sem camisa. No suposto vazamento, ele está dentro de uma barraca, ou espécie de tenda, enquanto é “borrifado”, aparentemente se preparando para mais um dia na presidência.

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Imagem: Reprodução Twitter

Atualização – 23:41

Segundo informações do jornal Dailymail, em artigo divulgado em 2016, a foto não é verdadeira. Isso por que ela foi tirada de um ensaio de uma espécie de “Trump parecido”, um homem idêntico ao presidente norte-americano, que fez um ensaio de fotos com diversos contextos e cenários.

Anonymous: Quem são, para que servem e o que defendem

Anonymous

De volta aos holofotes das crises sociais e humanitárias, o Anonymous entra novamente na boca da população, sobretudo no Brasil, após vazamentos do presidente Jair Bolsonaro.

A última vez que o nome “Anonymous” foi tão falado no Brasil, foi nos protestos que começaram em 2013, no então governo da ex-presidenta Dilma Rousseff, protestos popularizados pelo aumento constante de tarifas de ônibus municipais e que tiveram apoio do grupo.

O grupo voltou a ganhar as manchetes mundiais após o assassinato de George Floyd, homem negro, por um policial branco, que desencadeou uma onda de protestos no Estados Unidos.

Mas quem são os Anonymous? Para que servem? O que eles defendem?

Anonymous: Resumo da história em linha do tempo

2006

Hackers se unem para formar uma legião

Com crescentes casos de pedofilia na internet, hackers se unem para combater pedófilos virtuais. É a primeira suposição da escalada do grupo no mundo.

Ante aos anônimos, hackers eram popularmente conhecidos por roubar informações privadas e realizar saques virtuais ou destruição de sites privados e governamentais, em troca de dados ou vingança.

A primeira ação notória do grupo, que resultou na prisão de um pedófilo

Chris Forcand foi preso em 2007. Denunciado por pedofilia, jornais locais buscaram informações sobre a sua prisão. Na época, um relatório da “Global Television Network” descobriu que a prisão de Forcand se deu após a polícia receber informações e relatórios de um grupo hacker.

Segundo esse relatório, esse grupo é intitulado por “Anonymous”. Essas informações diziam que crianças estavam recebendo “propostas sexuais” virtualmente.

Dezembro de 2007
Janeiro de 2008

“Anonymous” declara guerra contra a igreja da Cientologia

Não mais classificados como um grupo, os “Anonymous” já se mostram independentes. Do Canadá, agora em todo o planeta.

Os Anonymous desencadearam uma onda de protestos contra a igreja da Cientologia. A guerra envolveu o Youtube, que foi a faísca para o confronto.

Tudo aconteceu por que a igreja teve um vídeo com o ator Tom Cruise vazado na internet. Após o vazamento, a igreja decidiu processar o Youtube e reivindicar os direitos autorais do vídeo.

Os Anonymous reagiram, alegando que a igreja estava afrontando o direito de liberdade de expressão, bem como realizando uma crítica à igreja por exploração financeira dos membros.

Anonymous: Quem são, para que servem e o que defendem anonymous

A identidade do “anonimato”: Anonymous ganham uma identidade, que repercute em protestos contra a igreja da Cientologia

Os protestos contra a igreja da Cientologia aconteceram nas cidades de Boston, Dallas, Chicago, Los Angeles, Londres, Paris, Vancouver, Toronto, Berlim e Dublin, e em todos eles, se utilizava a famosa máscara em referência à Guy Fawkes, um famoso conspirador inglês.

Ali nascia a identidade social do Anonymous; de hacker ativismo para as ruas, demonstrando força e emponderamento.

Janeiro de 2008
Março de 2008

Ataques contra o fórum da Fundação de Epilepsia da América

Após relatos de que a Fundação de Epilepsia da América estava utilizando práticas nocivas para tratar casos de epilepsia, o fórum se tornou alvo de hackers.

A ação resultou na derrubada do fórum. Acusações ligaram o Anonymous aos ataques, mas o grupo nunca deixou isso claro publicamente.

Anonymous: Quem são, para que servem e o que defendem 1024px Tehran protest 1

Anonymous ganha tom político ao realizar ataques contra resultados das eleições no Irã

Uma das primeiras ações da legião no campo político, foi na eleição de Mahmoud Ahmadinejad, no Irã, em Junho de 2009.

A vitória dele desencadeou uma série de manifestações e o levante do Movimento Verde Iraniano.

Junho de 2009
Dezembro de 2010

O apoio ao WikiLeaks

Em 2010, o governo norte-americano sofreu com vazamentos provocados pelo site WikiLeaks. Diversos documentos e informações sigilosas foram divulgadas na internet.

O site ganhou apoio do Anonymous, reforçando mais ainda o seu tom político e social, principalmente na busca por transparência.

#OPTunísia

Ainda sobre os documentos vazados pelo WikiLeaks, o Anonymous reagiu à censura do governo da Tunísia, ao tentar ocultar os documentos e informações vazadas pelo site.

A legião de Anonymous iniciou a operação Tunísia, derrubando sites do governo, o que levou a um aumento significativo no ativismo por parte dos tunisianos contra o seu governo

2011
2011

A renúncia de Hosni Mubarak 

Um dos mais notórios enfrentamentos do grupo a governos, surgiu antes da renúncia de Hosni Mubarak, até então presidente do Egito.

O Anonymous derrubou o site do governo até que o ex-presidente renuncia-se. Tudo isso aconteceu em meio à Revolução Egípcia de 2011. Sites do Partido Nacional Democrático também foram derrubados pelo grupo.

Anonymous: Quem são, para que servem e o que defendem dark net 09151218441268

#OPDarkNet

Uma das mais importantes operações do Anonymous, a #OPDarkNet também gerou grande repercussão ao grupo.

A Operação DarkNet foi uma campanha contra a pedofilia infantil protegida por redes anônimas e profundas, como a DeepWeb.

2011
2012

Operação Megaupload e Protesto anti-SOPA

O Megaupload foi um dos sites derrubados pelo FBI em 2012, em uma operação que mirava sites como o Megaupload, que armazenavam arquivos, principalmente com direitos autorais, publicados por usuários.

Para um porta-voz do Anonymous, a queda do Megaupload foi “o maior ataque da história da Internet”. Após derrubar o Megaupload, o site do FBI ficou fora do ar com ataques do Anonymous.

Além disso, ocorreram também na mesma época, as discussões sobre a SOPA (Lei de Combate à Pirataria Online). A Lei não foi aprovada, mas antes de ser votada, ganhou repercussão ao ser negligenciada como censura.

Para o Anonymous, “mesmo sem a SOPA ter passado, o governo federal sempre teve um tremendo poder para fazer algumas das coisas que eles queriam fazer. Então, se isso é o que pode ocorrer sem a SOPA ter passado, imagine o que pode ocorrer depois que a SOPA passar”.

Anonymous: Quem são, para que servem e o que defendem 1024px Protesto no Congresso Nacional do Brasil 17 de junho de 2013

Revolta dos 20 centavos

Imagem: Valter Campanato/ABr – Agência Brasil

Em 2013, revoltas locais começaram a acontecer após o aumento no preço das tarifas de ônibus. O nome “Revolta dos 20 centavos”, vem após o aumento na tarifa dos ônibus urbanos da cidade de São Paulo.

Estopim para os protestos, esses aumentos acontecerem em diversas cidades do país e causaram comoção popular, o que desencadeou em diversos grupos sociais que fizeram os levantes e protestos que levaram milhões de brasileiros às ruas.

Com tudo isso, o Anonymous ganhou destaque no cenário nacional, ao apoiar os protestos.

2013
Copa do Mundo FIFA 2014

#OpHackingCup e #OpWorldCup

As últimas operações dos Anonymous que tiveram registro no Brasil, foram as operações #OpHackingCup e #OpWorldCup na Copa do Mundo FIFA 2014.

Com a indignação da população em relação aos gastos com o evento, o Anonymous se mostrou contrário ao governo e iniciou operações que ameaçaram patrocinadores e o evento em si.

Após 6 anos sem aparições, Anonymous retorna com os protestos contra a morte de George Floyd, assassinado por um policial branco nos EUA e contra a escalada fascista nas Américas

O assassinado de George Floyd, cidadão norte-americano morto pela polícia de forma brutal, desencadeou uma onda de protestos furiosos que pedem por justiça.

O Anonymous prometeu divulgar informações sobre o governo norte-americano, bem como fez isso, inclusive no Brasil, criticando a escalada autoritária do presidente Jair Bolsonaro.

Aqui, os Anonymous divulgaram informações que vão de dados pessoais do presidente e da família, até mesmo cartão de crédito de crédito pessoal do presidente da república.

2020

Quem são os Anonymous?

Os Anonymous não são um grupo definido, como muitas pessoas podem imaginar. É exatamente por isso que não há prisão de hackers titulados como “Anonymous”, ou pelo menos não há a recorrência disso.

Um dos motivos é, sobretudo, o anonimato. Além do anonimato, os Anonymous são subdivididos em vários grupos e não há processo seletivo ou algo do tipo.

Na verdade, os Anonymous se intitulam como um “cérebro”, uma ideia, algo que todos podem se intitular, desde que sejam Anonymous que lutem por igualdade social, contra injustiças e a favor da liberdade de expressão.

Não existem redes sociais ou pessoas “oficiais” que correspondem ao grupo. Isso é facilmente explicado pelo fato de que o Anonymous não é um grupo isolado, como falamos acima, mas sim uma legião presente em todo o planeta, com sub-divisões, divisões essas que se unem nas operações proclamadas pelo grupo.

Para que servem os Anonymous?

Seguindo o que defendo o grupo, o Anonymous não tem uma “servidão” definida. Fazendo uma análise nos atos do grupo, eles segmentam ações em prol do ativismo, principalmente contra crimes de pedofilia na internet.

No entanto, como exposto no resumo da história da legião, o grupo vem mostrando um tom mais político, participando de ataques contra governos autoritários e lutando contra a ascensão do fascismo, sobretudo nas Américas, como mostra as ações após 6 anos de inatividade.

O que defendem os Anonymous?

Fazendo uma análise em cada uma das principais ações do grupo, é possível perceber que os Anonymous sempre estão ao lado de quem precisa de força para lutar.

Foi assim que eles estiveram ao lado da polícia no caso de Chris Forcand. Dessa mesma forma, eles estiveram contra a polícia no caso Megaupload.

E ainda sim, após estarem contra as ações do governo do Estados Unidos, os Anonymous voltam novamente ao lado do governo na luta contra o Estado Islâmico.

Sendo assim, é possível perceber que o grupo não tem um lado, mas sim uma ideia e um pretexto.

Gamer que promove conteúdo na Twitch e usa nome ‘Xbox’ compartilha memes racistas no Twitter

Xbox Mil Grau

Depois do assassinato de George Floyd nos EUA, a população se revoltou contra a polícia norte-americana e iniciou uma onda de protestos anti-raciais. O alvo é exatamente a polícia e o Estado conivente com as atitudes extremamente desumanas, racistas e assassinas provocadas pelo policial que assassinou Floyd de forma brutal.

Clamando por justiça, a internet também entrou nessas manifestações. Inclusive, foi essencial para que elas passassem a ocorrer em maior número, mesmo em pandemia, onde o isolamento social é imprescindível para evitar novas contaminações.

E mesmo que o racismo não deva criar lados, até por que o racismo é crime e não há nenhuma narrativa que possam atribuir atitudes racistas como “normais’, principalmente quando afetam a vida de um cidadão, há pessoas que estão defendendo tais atitudes racistas e, inclusive, indo contra as manifestações que lutam não somente por igualdade, mas por dignidade humana.

Esse é o caso de alguns Youtubers que, inclusive, utilizam a marca XBOX e promovem conteúdos na Twitch.

O mais notório deles, que alavancou uma onda de protestos no Twitter, é o “Xbox Mil Grau”. Ele associa o seu nome com a marca da Microsoft, Xbox. Na tarde deste domingo, “Xbox Mil Grau” fez uma série de publicações que brincam com a situação e expõe brincadeiras que provocam negros.

Xbox Mil Grau  Gamer que promove conteúdo na Twitch e usa nome ‘Xbox’ compartilha memes racistas no Twitter print
Imagem: Reprodução Twitter

Na publicação acima, o indivíduo em questão, associa duas imagens. Uma provocando negros, dizendo “o que pessoas negras estão fazendo hoje”. Na outra imagem, coloca os dois astronautas lançados em missão da SpaceX à ISS, com o dizer “o que pessoas brancas estão fazendo hoje”.

A imagem, obviamente, transparece uma comparação como se negros estivessem queimando carros nas ruas enquanto brancos são bem sucedidos e estão indo ao espaço, algo notoriamente racista.

Marcas como a Microsoft e a Twitch não associam seus nomes ao discurso de ódio

Os termos dessas marcas não toleram discurso de ódio, sobretudo declarações racistas. No caso desse gamer, a associação da marca “Xbox” com as declarações que ele tem feito, podem gerar, inclusive, medidas judiciais para reparação de danos à marca Xbox e punições dos serviços utilizados.

Procuramos a Microsoft e o Twitch para falar sobre o assunto mas ainda estamos aguardando resposta.

Far Cry 5 poderá ser jogado de graça para PC neste fim de semana

Ubisoft

A partir desta sexta-feira (29), a Ubisoft vai disponibilizar o jogo Far Cry 5 gratuitamente para usuários de PC. O título vai estar disponível na plataforma Uplay e poderá ser resgatado até o final de domingo, (31).

O Far Cry 5 disponibilizado será a versão completa do jogo, mas sem edições especiais. Pensando nisso, a produtora vai dar descontos nos pacotes mais completos da franquia.

No entanto, mesmo resgatando o jogo, você não poderá jogar o título após o dia 31 de maio. A Ubisoft vai oferecer 75% de desconto nas edições Standard e Gold do Far Cry 5 para aqueles que quiserem continuar com Far Cry após o período de “teste”. A versão Deluxe será disponibilizada com 50% de desconto.

Mais descontos na saga ‘Far Cry’

Além de Far Cry 5, a Ubisoft também vai oferecer descontos nas edições anteriores do título. Desde a primeira versão do jogo, até a atual, serão entre 60% e 80% de desconto.

  • Far Cry – Standard Edition – 60%
  • Far Cry 2 – Fortune’s Edition – 60%
  • Far Cry 3 – Blood Dragon (standalone) – 60%
  • Far Cry 3 – Standard Edition – 60%
  • Far Cry 4 – Standard Edition – 60%
  • Far Cry New Dawn – Deluxe Edition – 60%
  • Far Cry Primal – Standard Edition – 80%

Atenção! O FreeWeekend da Ubisoft vai durar somente até o dia 31 de maio. Então corra e já garanta o seu Far Cry gratuitamente na Uplay.

LATAM Airlines entra com pedido de recuperação judicial nos EUA

Latam Airlines

A Latam Airlines entrou com um pedido de recuperação judicial nos EUA. Segundo a AFP, agência de notícias, a maior companhia aérea da América Latina requisitou a recuperação em função dos danos econômicos provocados pela pandemia de Coronavírus.

Com a ação de recuperação judicial, a Latam se dispõe de maior flexibilidade para enfrentar a pandemia. A companhia requisitou o chamado “Capítulo 11” do documento, uma lei que oferece um prazo para que as empresas se organizem financeiramente.

A companhia teve uma queda drástica e repentina nos negócios, assim como diversas outras companhias aéreas que correm graves riscos de ir à falência pela falta de clientes durante a pandemia e precisam se reestruturar.

Latam Airlines do Brasil

Segundo a AFP, a Latam Airlines não cita as divisões de Brasil, Chile e Argentina no documento.