Huawei

No encontro das maiores lideranças econômicas mundias, o G20, Donald Trump e Xi Jinping não só trataram de acordos econômicos futuros, mas sim de uma retórica importante, sobretudo para a Huawei e companhias como o Google. Depois de proibir acordos comerciais entre a Huawei e empresas norte-americanas, Trump volta atrás e decide levantar a bandeira “amarela” para a chinesa. Ela está liberada no território dos Estados Unidos, mas ainda sim, considerada como uma companhia “perigosa”.

Isso por quê, para Trump, a Huawei espiona seus clientes a mando do governo da China. A medida afetaria serviços como o Youtube, Google Play, Google Maps e diversos outros, uma vez que o Google foi a primeira companhia a cortar os laços após a decisão do governo norte-americano.

Esse veto de Washington para a Huawei estava programado para entrar em vigor em 19 de agosto. Na prática, nada mudou e nada mudará – a menos que as companhias que cortaram laços, continuem decididas em não oferecer soluções à Huawei. No entanto, diante do grande cenário que a companhia chinesa ocupa e com bons resultados em vendas, será quase impossível que as gigantes parcerias não voltem atrás de suas decisões.

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